7 programas must do em Nova York

Muita gente cai de amores pela NOVA YORK turística, do caos da Times Square, das peças da Broadway, das paisagens do Central Park, dos museus bem abastecidos e dos restaurantes hypados (jantares no Il Buco Alimentari e brunches no Cafe Mogador são altamente recomendáveis). Nada contra os clichês (mesmo!), mas é só depois de respirar o lugar por mais tempo que a gente descobre a essência, faz achados pessoais, cria intimidade e decide se ama ou odeia, fica, vai embora ou volta para sempre.

Duas dicas antes de compartilhar nosso roteiro imperdível na cidade + arredores:

  • Uma vez na cidade, esqueça do yellow cab e opte pelo metrô, muito mais rápido e barato — além de ser transporte oficial de turistas e locais de todas as classes sociais. Compre o cartão ilimitado de uma semana (30 dólares) ou de um mês (112 dólares) e guarde sempre no mesmo lugar da bolsa (é desesperador perder o Metrocard carregado, experiência própria!). O aplicativo Uber, que localiza e disponibiliza motoristas particulares em carros pretos elegantes a preços convidativos, é a melhor opção para depois das 10 da noite, horário em que as estações começam a ficar esquisitas, quase desertas e cheias de moradores de rua.
  • Caminhadas longas também devem ser feitas sempre que possível. Por dois motivos: é a melhor forma de fazer descobertas deliciosas e de queimar as calorias extras facilmente adquiridas ao longo do dia. Outro jeito de se manter em forma durante a viagem é dedicar uma hora por dia para suar a camisa. Opções de aulas avulsas de diversas modalidades não faltam. A de pilates na Karen Lord Pilates Movement (137 Duane Street, TriBeCa), por exemplo, custa a partir de 25 dólares, e a de yoga na Jivamukti Yoga (841 Broadway, Union Square) pode ser feita por 15 dólares. O orçamento não permite? Correr no Central Park, às margens do Hudson River ou sobre a Williamsburg Bridge não custa nada, e ainda garante um passeio à parte, com cenário cinematográfico.

Agora sim, à lista:

1. Passeio pelo SoHo para tomar capuccino com café La Colombe no Saturdays NYC, conferir as tendências de home décor no Aero Studios e de moda na Opening Ceremony, comer algo rápido no mexicano Tacombi ou no italiano Pepe Rosso, comprar lançamentos de beauté na Space NK e velas na Le Labo, encontrar perfumes personalizados na MiN, fazer esfoliação + massagem no hammam do The Spa at Trump SoHo e jantar no Public.

2. Day trip ao Storm King para se inspirar com as esculturas modernas expostas ao ar livre em uma área gigantesca a uma hora e meia de Manhattan. O espaço é uma das maiores referências do mundo em termos de instalações de arte e lembra muito o brasileiro Instituto Inhotim, de Minas Gerais. São aproximadamente 100 artistas entre Anish Kapoor, Spencer Finch, Anthony Caro, Zhang Huan e Louise Bourgeois. As melhores épocas para visita são durante os meses de outono e primavera.

3. Massagem e/ou reflexologia em Chinatown: luxo zero e eficiência garantida a um preço bem amigo. A massagem no corpo todo, por uma hora, custa uma média de 35 dólares nos inúmeros espaços especializados (e escondidos) da Allen Street, no coração do bairro. Já a eficiente reflexologia feita pelo Abraão, na esquina da Canal St com a Orchard St, pode durar 30 minutos (15 dólares) ou uma hora (23 dólares). Pechincha!

4. Final de semana em Montauk, durante o verão: a praia mais cool dos Hamptons (do seriado Revenge) é destino certo de quem quer se refrescar do calor escaldante de Manhattan nos meses de junho e julho. Se não tiver carona, alugue um carro ou pegue um trem da Penn à Jamaica Station, e outro da Jamaica Station ao destino final. A viagem dura quase quatro horas e custa uma média de 17 dólares. Para dormir e badalar, ver e ser visto, nenhum lugar bate o Surf Lodge.

5. Gospel brunch no Harlem. Domingo é o dia sagrado da ida à igreja, da oração, da adoração a Deus. É também o oficial do brunch em Nova York. Pois o restaurante Red Rooster, dos americanos Marcus Samuelsson e Andrew Chapman, uniu as duas coisas e organiza, uma vez por semana, apresentações com cantores gospel de raiz das 11:30 da manhã às 3:30 da tarde. No menu, french toasts, bagels e pratos mais pesados como purê de batata com frango frito. Yum!

6. Jogo de basquete. Pode ser do Knicks, no Madison Square Garden, ou do Nets, no Barclays Center. Melhor ainda quando um joga contra o outro, clássico local eletrizante e concorridíssimo. Os ingressos podem ser adquiridos no site da Ticketmaster e os preços variam de 55 a 3.700 dólares.

7. Jantar no The Fat Radish + esticada no The Leadbelly. O primeiro é um restaurante com decoração rústica, cardápio orgânico e clientela top. O segundo um bar estreito, com poucas mesas, drinks deliciosos e música animada. Fui pela primeira vez com amigos americanos, mas também é ponto de encontro de uma turma de brasileiros queridos que moram na cidade há anos. Ambos ficam na Orchard Street, na divisa do Lower East Side com Chinatown, e são fruto da sociedade entre Ben Towill, Phil Winser e o carioca Mauricio Garret.

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