Explora Valle Sagrado: Cusco, Machu Picchu e muito mais

Quando se chega ao VALLE SAGRADO, já é possível sentir uma energia diferente. A região, incrustada no meio dos Andes peruanos, foi domínio do Império Inca, e deste período ainda restam diversos sítios arqueológicos. O principal deles, claro, é Machu Picchu, mas existem outros igualmente enigmáticos, como Ollantaytambo, por exemplo. Para se chegar à essas ruínas históricas, é preciso percorrer pequenos vilarejos, que parecem congelados no tempo, com suas casas e ruas de pedras. Por lá, muitos dos moradores, a maioria descendentes indígenas de mais de 70 etnias, ainda vestem as tradicionais e coloridas roupas andinas, geralmente feitas com lã de lhama, ovelha e alpaca e preservam o idioma antigo, o quéchua. E em meio a tudo isso está o Hotel Explora.

Inaugurado em 2016, dentro de uma fazenda de milho que ainda permanece produtiva, este Explora fica próximo ao povoado de Urquillos, na província de Urubamba. Rodeado por montanhas e em meio a natureza preservada, estar ali é um convite a se desconectar da correria do dia a dia. Sua estrutura em concreto, madeira e metal é minimalista e se funde a paisagem. Por sinal, durante sua construção, a planta original foi alterada toda vez que encontravam vestígios arqueológicos ou ruínas Incas, que hoje foram incorporadas ao projeto.

Com pé direito alto, lobby, restaurante e bar foram integrados oferecendo aos hóspedes, um espaço acolhedor já que se passa muito tempo ali, afinal é o único local com Wi-Fi. “Os quartos não tem TV nem internet porque foram projetados para serem locais de descanso, onde nossos viajantes se recuperam para os desafios do dia seguinte”, explicou Lucinda Blanco, Guest Experience Manager da unidade.

Acomodações e serviços
No total, o Explora Valle Sagrado tem 50 quartos, em dois estilos: seis suítes maiores e os demais no padrão standard. Todos são espaçosos, com camas confortáveis, lençóis e edredons brancos, banheira e janelas enormes que dão para uma vista impressionante. Com sistema all inclusive, os hóspedes são “mimados” o tempo todo com uma gastronomia assinada, que valoriza os ingredientes locais, bebidas variadas e algumas típicas, além de uma excelente carta de vinhos.

No mesmo terreno, mas no lado oposto do hotel, fica seu spa, o Pumacahua. Instalado em uma antiga casa colonial restaurada, oferece saunas seca e úmida, sala de Yoga, área de descanso, piscina externa aquecida e duas jacuzzis para o melhor banho a céu aberto que se possa ter. Apenas as massagens são cobradas à parte.

Explorações
Todas as noites, hóspedes e guias se reunem no lounge do hotel para decidirem as explorações do dia seguinte. São 30 opções, divididas entre trekkings, bike e overland (vans), com durações que variam de meio dia a dia inteiro e graus de dificuldade que vão de leve ao hardcore.

A altitude alta – sempre partindo dos 2.800 metros e podendo chegar até 4.700 – é um desafio adicional. Tanto que assim que se chega a recepção, todos os hóspedes recebem uma garrafa para água e são orientados a mantê-la sempre cheia, uma vez que o soroche, ou mal da montanha, pode desidratar o corpo rapidamente. Antes de sair, os exploradores preparam seu suprimentos pessoais de grãos, castanhas, frutas e barrinhas energéticas que serão consumidos durante o passeio. E sempre no final de cada jornada, há uma van do Explora esperando com uma mesa montada para que todos possam repor as energias.

Experimentamos as seguintes aventuras:

• Trekking por Racchi
Nesta caminhada, percorre-se uma trilha de 6 km que passa por áreas de cultivo das comunidades locais e chega a mais de 3.700 metros de altura. A vista do alto é espetacular com as cordilheiras ao fundo que parecem pinturas, com seus picos cobertos por geleiras glaciais. A caminhada dura cerca de duas horas, com um percurso tranquilo indicado para se aclimatar a altitude e depois enfrentar opções mais radicais.

• Ollantaytambo
Ollantaytambo é a única cidade Inca no Peru, ainda habitada. A caminhada começa em seu antigo portão de entrada e segue por ruas de pedra. Por lá, se vê um pouco da cultura local, com um mercado tradicional de alimentos e moradores vestindo trajes típicos que inclusive são vendidos em lojas e barracas pelo caminho. Mas o destino dessa jornada é o Parque Arqueológico de Ollaytatambo. Uma impressionante construção na encosta de uma colina que um dia foi uma fortaleza criada para proteger o povoado de invasões.

• Moray
Localizado a 3.500 metros de altura, o sítio arqueológico de Moray impressiona pelo tamanho e pelo que foi no passado: um centro de estudos agrícolas. Em suas terrazas eram testados cultivos que suportariam a altitude e as condições climáticas locais que depois seriam plantados por todo o Valle Sagrado.

• Salineras de Maras
Esta caminhada passa pela cidade colonial de Maras, um antigo povoado que mistura referências da colonização espanhola à vestígios Incas e de lá segue por entre as montanhas até chegar a Salineras de Maras, um dos quatro únicos lugares no mundo a produzir o famoso sal rosa. Uma estrutura que encanta pela beleza e tradição, já que são mais de 3.000 poças (piscinas) naturais abastecidas por um fio de água que vem de dentro da montanha e que carrega partículas do sal. Um processo artesanal preservado e de beleza única.

• Machu Picchu
É uma exploração que precisa de reserva antecipada de pelo menos dois meses, uma vez que sua visitação é limitada e muito concorrida. Mas sem dúvida, Machu Picchu é imperdível tanto que foi eleita uma das Sete Maravilhas do Mundo, e é considerada Patrimônio Mundial pela UNESCO. A aventura já começa na viagem de trem, única forma de se chegar a Águas Calientes, povoado que fica na base da “Velha Montanha”, como é conhecida Machu Picchu. De lá, há duas formas de se chegar a Cidade Perdida dos Incas: de ônibus, por uma estrada que contorna a montanha no melhor estilo Indiana Jones ou caminhando, por uma trilha com trechos de escadaria, que leva cerca de duas horas de percurso. Mas todo o esforço é recompensado quando se avista a cidade, logo que se entra no parque arqueológico. Dica valiosa: use protetor solar e muito repelente de insetos.

• Cusco
Pequena no tamanho, mas rica em história, Cusco é uma cidade que oferece diversas atrações. De visitas a museus, igrejas e outros monumentos preservados, a compras. Prepare-se para caminhar muito já que em cada rua, em cada canto, há uma nova descoberta. Não deixe de ver o Museu de Arte Precolombiano (e se puder, almoce ou jante no MAP Café, instalado no seu pátio interno). Também vale uma visita ao Convento de Santo Domingo, a la Plaza de Armas e a algumas galerias de artes que oferecem a melhor mostra do talento peruano. E claro, compre todas as “lembrancinhas” no Centro Artesanal de Cusco.

Outras informações úteis:
• O Explora oferece transfer direto do Aeroporto de Cusco para o hotel.
• Para chegar a Cusco é preciso entrar no Peru, via Lima.
• Línguas oficiais: espanhol e quechua, mas muitos falam pelo menos o básico em inglês.

www.explora.com

Reservas no Brasil (mínimo de 3 noites)
(11) 2362-5412 ou contato@theglobalnomads.com.br

www.theglobalnomads.com.br

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* Matéria linda e completa da @rozzeangel, que viajou ao Peru a convite do Explora Valle Sagrado

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