O quente de Nova York em 2019

Entra ano, sai ano, e NOVA YORK continua incansável, sempre a melhor das ideias. Poucas cidades no mundo conseguem ser tão clássicas e vanguardistas ao mesmo tempo, com atrações que são sucesso há décadas ao lado de novidades imperdíveis que surgem quase que diariamente, influenciando o lifestyle global. É essa segunda parte que mais nos interessa, sempre.

Chegamos animados para a reinauguração do icônico Pastis, restô sucesso que estava fechado há cinco anos e abriu novamente as portas no mesmíssimo Meatpacking District, a uma quadra de onde ficava o original. Detalhe: com décor quase que idêntico, menu bastante semelhante (o hambúrguer é um escândalo!) e público bem selecionado.

O Time Out Market, novidade do último verão em Dumbo, no Brooklyn, é outro hotspot tem-que-ir, com boa seleção de comidinhas rápidas e variadas. Quase um Smorgasburg (feira-sucesso de Williamsburg, ali ao lado), mas indoor e com organização diferenciada. O local agrada também quem prefere uma experiência mais refinada, já que há uma bela filial do italiano Cecconi’s – e sua sensacional pizza trufada – na propriedade. Aproveite para conhecer o Domino Park, área revitalizada pelo mesmo grupo que fez a fama do The High Line. Fica em frente à antiga fábrica de açúcar da Domino e tem a estrutura pintada em azul Tiffany, fácil de encontrar.

Por falar em italiano, nosso preferido da vez em Manhattan fica no Soho: Pietro Nolita. Pequeno, fotogênico (todo rosa, já foi cenário de shootings mil para labels como Fendi) e com cardápio enxuto e certeiro, tem as massas caseiras e artesanais como carro-chefe, com destaque para a carbonara impressionantemente leve que é receita da mamma de Pietro, proprietário e noivo da top brasileira Renata Zandonadi. Os dois foram apresentados por ninguém menos que Giovanna Battaglia. 

A turma da arte precisa dar check na inusitada e tecnológica expo digital da Artechouse, galeria que une arte, ciência e tecnologia aberta no Chelsea em setembro. O début aconteceu com a incrível intervenção Machine Hallucination, do artista turco Refik Anadol, com imagens nada clichês de Nova York refletidas no chão, no teto e nas paredes.

Sugestão de hospedagem show para quem ama essa área de galerias: The Maritime Hotel, do grupo Preferred Hotels & Resorts. A escolha pode ser feita com base na localização — 16th Street com a Ninth Avenue, a uma quadra do Google, duas do Chelsea Market e vizinho ao The Whitney Museum e à Barneys New York —, ou ainda pelo ambiente deliciosamente cozy da recepção ao quarto, que mais parece uma cabine de navio, com direito a janela redonda e motivos navy all over. Adoramos os amenities da farmácia nova-iorquina C.O. Bigelow e a pasta de dente de cinnamon mint da Marvis. Tomar café da manhã em frente à lareira, especialmente no friozinho que começa a aparecer, também não é nada mal.

Conhecemos ainda a segunda unidade do chiquetésimo Four Seasons na cidade, aberta há três anos em pleno centro financeiro, em Downtown. Cool e elegante ao mesmo tempo, une conveniências tecnológicas ultramodernas ao serviço clássico da rede de luxo. Trata-se de um verdadeiro oásis de 82 andares em meio à selva de pedras, com quartos silenciosos (característica importante na área) e espaçosos — todos com banheira, produtos de beleza Maison Margiela (chic!) e a incomparável cama padrão Four Seasons para sonos leves e tranquilos. É possível também relaxar sem interferências externas na área do spa, que conta com piscina semi-olímpica (!) e academia equipada com a bicicleta hype Peloton, famosa pelas aulas de spinning transmitidas ao vivo.

As refeições podem ser feitas no CUT, restô comandado pelo chef-celebridade Wolfgang Puck que fica logo na entrada do hotel, ou no próprio quarto, com pedidos feitos via tablet e entregues em menos de 30 minutos. Adoramos o conforto do room service, mas dica: não deixe a preguiça falar mais alto durante o happy hour — além de bem frequentado por executivos das empresas da região, o bar no térreo tem drinks deliciosos! O prédio fica a poucos passos da Brooklyn Bridge, do Eataly Downtown, do Marco Zero e da Century 21, que continua ótima para quem curte (e tem paciência) de pechinchar bons achados. Até a próxima, Nova York!

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